9 atitudes de sucesso dos Navy SEALs

9 atitudes de sucesso dos Navy SEALs

Bom dia! Boa tarde! Boa noite! Tudo bom com você prevencionista?

Hoje vamos aprender as 9 atitudes de sucesso que os cadetes precisavam ter para se tornar um dos Navy SEALs, reveladas pelo almirante Willian H. McRaven, são eles:

  • Comece arrumando a sua cama;
  • Você sempre vai precisar de ajuda, não tente fazer tudo sozinho;
  • Não tenha medo de acabar como um bolinho de açúcar;
  • Sempre haverá circos na sua jornada, o que você irá fazer?
  • Você está disposto a correr riscos?
  • Enfrente os tubarões, não fuja!
  • Em meio ao caos, tenha calma, isso fará toda a diferença!
  • Use essa tática para passar pela semana infernal;
  • Nunca toque o sino do fracasso!

Aproveite a leitura!

Comece arrumando a sua cama

Todas as manhãs os cadetes eram obrigados a arrumar suas camas perfeitamente.

Algo tão simples, tão pequeno, mas que pode te surpreender.

Ao arrumar sua cama, você terá cumprido a primeira tarefa do dia.

A partir de então o primeiro dominó foi derrubado e você vai ter orgulho e coragem para cumprir mais outra e outra tarefa, vencendo o seu dia.

Você sempre vai precisar de ajuda, não tente fazer tudo sozinho

Os cadetes eram divididos em equipes, guiados por um timoneiro, eles tinham que remar os barcos contra a correnteza com ondas de 2 a 3 metros de altura.

O sucesso do grupo dependia da sincronia da equipe ao remar, sem a ajuda dos companheiros o barco virava e eles eram arrastados para a praia.

Tenha um guia que já trilhou o caminho para saber se está indo na direção certa.

Não tente fazer tudo sozinho, acredite, com ajuda as coisas se tornam mais fáceis, deixe seu orgulho extremo de lado.

Não tenha medo de acabar como um bolinho de açúcar.

Os cadetes eram inspecionados todas as semanas para verificar seus uniformes. Incluía no check-list:

  • O quão perfeitamente engomado seu quepe estava;
  • O quão passado e liso;
  • Brilho da fivela;
  • Manchas na fivela.

Quando encontrado algum erro pelos instrutores o cadete era obrigado a correr até o mar, vestido, se molhar dos pés a cabeça e rolar na areia até ficar parecido com um bolo de açúcar.

Assim o cadete permanecia o resto do dia, molhado e cheio de areia.

Muitos cadetes não aceitavam o fato de que por mais que dessem duro para preparar o uniforme perfeitamente, nunca eram reconhecidos.

Muitos desistiram por não aceitar aquela humilhação. O fato é que o mundo não é justo, e muitas vezes por mais esforço e empenho que você tenha, não será o suficiente.

E você estará um bolinho de açúcar, saiba que não importa estar um bolinho de açúcar, o que importa é:
Você será capaz de continuar tentando?

Sempre haverá circos na sua jornada, o que você irá fazer?

Todos os dias os cadetes eram submetidos a exercícios físicos intensos:

  • Longas corridas;
  • Longos mergulhos;
  • Corrida com obstáculos;
  • Horas de calistenia.

Cada exercício possuía normas. Quando um cadete quebrava uma norma, por exemplo completar depois do tempo estipulado.

O nome desse cadete era escrito em uma lista, e no final do dia todos que tinham o nome escrito na lista eram levados ao circo.

No circo os cadetes eram submetidos a mais duas horas de calistenia. O objetivo era destruir os cadetes, faze-los chegar ao limite.

Ninguém queria ir para o circo pois no dia seguinte estariam mais cansados e as chances de voltarem para o circo eram grandes.

Apesar disso aqueles cadetes que frequentemente iam para o circo e persistiam, com o passar do tempo se tornavam mais fortes e mais preparados pelo o que vinha a frente.

Será que você está pronto para passar nos circos da vida?

Mais que isso, será que você está pronto para continuar depois de passar por um circo na vida?

Você está disposto a correr riscos?

Duas vezes na semana os cadetes eram desafiados com corridas de obstáculos, uma pista com 25 obstáculos:

  • Parede de 3 metros;
  • Rede de carga de 10 metros;
  • Rastejar com arames farpados.

O obstáculo mais difícil, era a travessia com corda, uma torre de 10 metros e uma torre de 3 metros. Entre as torres uma longa corda de 60 metros de comprimento.

Um recorde de tempo não era batido a anos, até que um cadete resolveu arriscar e descer a corda de cabeça em direção a torre menor e por cima da corda. Esse cadete assumiu grandes riscos e conseguiu bater o recorde.

Quando digo para assumir riscos, não digo de riscos contra a sua segurança física. Mas riscos de:

  • Passar vergonha;
  • quebrar um negócio;
  • falhar em uma ideia.

Esses riscos serão necessários se você quiser chegar em lugares audaciosos!

Então se jogue de cabeça!

Enfrente os tubarões, não fuja!

Em uma das etapas do treinamento os cadetes fazem mergulho noturno em águas repletas de tubarões.

Os instrutores dizem que se caso cercado por um tubarão com fome, não demonstre medo, não fuja apenas fique no mesmo lugar.

E caso um tubarão avance em sua direção, o cadete deve dar um soco no focinho do tubarão e o tubarão vai nadar para longe.

Na sua vida terão muitos “tubarões” que vão tentar te intimidar, nessas horas você não pode demonstrar medo, muitos vão tentar te eliminar, e nessas horas você vai precisar dar um “soco” nesses “tubarões”!

Em meio ao caos, tenha calma, isso fará toda a diferença!

Um dos treinos dos cadetes são os ataques a navios por baixo da água, dois cadetes são enviados, eles devem nadar por 3 km debaixo d’água.

Apenas com uma bússola e um medidor de profundidade, durante o percurso eles são iluminados pela luz da lua e das estrelas.

Porém quando chegam perto do objetivo, o navio bloqueia a luz e cada vez mais perto, mais escuro fica.

Até o ponto onde não conseguem enxergar nem a própria mão.

O barulho do navio é ensurdecedor, o que desorienta os cadetes.

Muitos falham, porém aqueles que mantinham a calma conseguiram concluir.

Assim quando estiver no caos, na escuridão, na incerteza…

mantenha a calma, acredite, isso será decisivo!

Use essa tática para passar pela semana infernal

A nona semana do treinamento é chamada de semana infernal, os cadetes ficam 6 dias sem dormir,
constantemente humilhados e um dia passam no banco de lama.

Os cadetes remam em uma lama por 15 horas no frio congelante, ventos gelados e uma pressão enorme dos instrutores para os cadetes desistirem.

Os cadetes da turma do William H. McRaven, quebraram algumas regras e foram colocados na lama.

Essa lama engoliu os cadetes, deixando apenas a cabeça do lado de fora.

Se 5 desistissem, eles seriam liberados. Naquela situação de dor, parecia que iam falhar, então alguém começou a cantar bem alto.

E logo os outros começaram também, a esperança que eles tiveram fez aquecer aquela lama e os ventos ficaram suaves, e todos conseguiram sobreviver.

Quando estiver nessas situações extremas da vida, mantenha sua esperança, apenas ela te manterá vivo!

Nunca toque o sino do fracasso!

No complexo militar, havia um sino, se o cadete quisesse desistir, a qualquer momento ele poderia tocar aquele sino.

E estaria livre de todo o sofrimento, mas nunca seria um Navy SEAL.

Não sei quem disse isso, mas há uma frase que define muito bem o sino:
“Fracassar não é errar, fracassar é desistir”.

Então, seja lá o que aconteça, não toque o sino do fracasso, jamais!

Conclusão

Eu espero que algum tópico tenha feito sentido para você.

O relato de William H. McRaven sobre o treinamento dos Navy SEALs, é brilhante e retrata muito bem oque acontece na nossa vida.

Espero que os Navy SEALs te inspirem a continuar lutando pelos seus sonhos.

Conheça nossas outras redes sociais, até semana que vem!

Facebook

Linkedin

Instagram

Podcast

YouTube

Recomendo a leitura deste artigo sobre a escolha da proteção fixa ou móvel de acordo com a NR 12:

Para ler, clique aqui

Você pode gostar...

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

×